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Governo não deve pagar adiantamento de 13º a aposentados em agosto - 2015 -


Governo não deve pagar adiantamento de 13º a aposentados em agosto


Bernardo Caram

  • Joá Souza | Ag. A TARDE
    O pagamento no mês de agosto de 50% do abono aos beneficiários não é obrigatório - Foto: Joá Souza | Ag. A TARDE
    O pagamento no mês de agosto de 50% do abono aos beneficiários não é obrigatório
A dois dias das manifestações programadas para todo o País contra Dilma Rousseff, o governo decidiu que não vai pagar em agosto o adiantamento do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. Fonte do Ministério da Fazenda confirmou que a decisão foi tomada. As manifestações estão previstas para o próximo domingo, 16.
O pagamento no mês de agosto de 50% do abono aos beneficiários da Previdência Social não é obrigatório, mas o governo vinha adotando essa prática de fazer o adiantamento desde 2006. No ano passado, um decreto assinado ainda no dia 4 de agosto pela presidente Dilma permitiu que os repasses fossem feitos entre 25 de agosto e 5 de setembro. O valor foi creditado junto com o pagamento do benefício mensal.
De acordo com um auxiliar do ministro Joaquim Levy, a pasta tenta encontrar uma solução para o problema até o fim do mês, mas ainda não há previsão de nova data para o pagamento. O Ministério da Previdência Social não confirma a informação e ressalta que o assunto está sendo tratado pelo Ministério da Fazenda. Oficialmente, a Fazenda ainda não anunciou a decisão.

fonte: atarde.uol


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"Ateu cria aplicativo da Bíblia Sagrada "

"Ateu cria aplicativo da Bíblia Sagrada e

fatura mais de R$ 270 mil em um ano: “Me sinto mal”





Ateu cria aplicativo da Bíblia Sagrada e fatura mais de R$ 270 mil em um ano: “Me sinto mal” "Um ateu faturou mais de R$ 270 mil durante o ano passado vendendo aplicativos da Bíblia Sagrada em espanhol na loja da Apple. A ideia de ganhar dinheiro com as Escrituras surgiu após descobrir que um parente estava lucrando alto com a venda de aplicativos.
Trevor McKendrick ouviu do familiar que, mesmo sem formação na área de desenvolvedor, estava lucrando entre US$ 8 mil e US$ 10 mil por mês. Assim, o norte-americano resolveu pesquisar quais eram os aplicativos que estavam sendo menos oferecidos na AppStore e percebeu que haviam poucas Bíblias em espanhol.
O rapaz contratou um desenvolvedor para criar o aplicativo da Bíblia em espanhol, e tinha como meta arrecadar apenas US$ 600 por mês, o que cobriria os custos de hospedagem de seu produto na plataforma da Apple.
McKendrick disse que passou a acompanhar diariamente os resultados das vendas, e ficou surpreso quando fechou o primeiro mês lucrando US$ 1.500. “Mesmo não sendo uma grande quantia, pelo pouco tempo e baixo investimento inicial já podia tê-lo considerado um projeto de sucesso”, disse ao produtor de rádio Alex Blumberg, que publicou a história em seu site pessoal.
Ao ver que havia espaço para crescer, o ateu resolveu contratar um estúdio para criar um audiobook da Bíblia em espanhol, e posteriormente, um aplicativo à parte para quem quisesse ouvir as Escrituras no idioma. No primeiro mês, o faturamento superou a casa dos US$ 5 mil.
Durante o ano de 2013, os aplicativos do empresário ateu arrecadaram mais de US$ 70 mil, e no ano passado, outros US$ 100 mil (equivalente a US$ 270 mil de acordo com a revista Época).
Quando notou a grande quantidade de dinheiro que estava ganhando, comemorou com a esposa: “Meu deus, querida, olhe todo esse dinheiro. Eu gastei no máximo uma hora por mês nesse empreendimento”, diz ter falado à esposa."
"Mesmo com o alto lucro, o ateu diz que se sente mal ao saber que está ganhando dinheiro justamente com o que não acredita: “Eu não acredito no Cristianismo. Não acredito na Bíblia. Eu me sinto terrível sobre o fato de vender a Bíblia, mas encaro como um outro livro e acredito que o que realmente vendo é ficção”, resume.
No entanto, no passado McKendrick foi frequentador de uma Igreja Mórmon e se casou em um colégio da denominação, mas devido a frustrações, abandonou a fé. A saída de seu irmão da igreja o fez descobrir que tinha muitas dúvidas, e por isso, resolveu deixar de acreditar."
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Custo de táxi para ir ao trabalho pode compensar o do carro próprio em SP Consultores ouvidos pelo G1 avaliaram 4 situações diferentes. Em distâncias maiores, veículo próprio sai mais barato, dizem analistas.

 

Custo de táxi para ir ao trabalho pode 

 

compensar o do carro próprio em SP




Consultores ouvidos pelo G1 avaliaram 4 situações diferentes.
Em distâncias maiores, veículo próprio sai mais barato, dizem analistas.

 

 

 Além da distância, especialistas apontam que é
preciso levar em conta o tempo do trajeto para
calcular custo (Foto: Levi Bianco/Brazil Photo
Press/Estadão Conteúdo)

Além da distância, especialistas apontam que é
preciso levar em conta o tempo do trajeto para
calcular custo (Foto: Levi Bianco/Brazil Photo
Press/Estadão Conteúdo)








O educador financeiro Mauro Calil, especialista em investimento do Banco Ourinvest, aponta que, “se a pessoa gasta mais ou menos 10 quilômetros para ir e voltar do trabalho, a conta entre táxi e carro fica mais ou menos empatada. A partir daí, o carro próprio ganha do táxi”. Desconsiderando o táxi, Calil diz que “em qualquer conta que a gente fizer, o mais barato vai ser o transporte público.” “Na grande maioria dos casos, o conforto vai ser o segundo fator de decisão. O primeiro vai ser: ‘tenho dinheiro ou não tenho?’ Se couber no bolso da pessoa, ela vai optar pelo automóvel.”

O educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro “Terapia Financeira”, concorda que a questão que faz do carro a primeira opção de muitas pessoas é o conforto. Porém, ele acredita que a tendência é de mudança. “O problema do carro é o conjunto. É preciso atenção redobrada, o estresse é muito alto. Carro não é só conforto”, analisa. “Se estou num trânsito infernal e olho ao lado o corredor de ônibus vazio, penso que poderia estar andando melhor. Tudo bem que os ônibus algumas vezes deixam a desejar, mas estão evoluindo”, pondera.

O economista Miguel Daoud, consultor da Global Financial Advisor, lembra que outro item que influencia na escolha é o tempo gasto nos deslocamentos. “À questão do conforto a gente até se adapta, mas da questão do tempo não dá para fugir muito. Se uma mãe tem dois filhos na creche que tem horário para fechar, ela tem que sair do trabalho e chegar no horário. Esses aspectos a gente tem que levar em consideração mesmo a planilha dizendo que isso ou aquilo é mais barato”, afirma.

Já economista Marcos Crivelaro, professor de finanças da FIAP, que também considerou as horas paradas no trânsito para calcular os gastos com táxi, aponta que há acréscimo de 5% a 10% no valor final da corrida, dependendo do horário. Ele diz que horários flexíveis no trabalho ou ainda atividades antes ou depois do expediente podem ajudar a reduzir os custos com locomoção. "Se chegar mais cedo, muitas vezes a pessoa consegue sair mais cedo. Muita gente consegue fazer horário de almoço reduzido e sair antes do horário de pico trânsito", diz. "Muita gente faz cursos de inglês, academia etc., deixando o trânsito baixar. Além de economizar combustível, evita o desgaste do carro."


Na grande maioria dos casos, o conforto vai ser o segundo fator de decisão. O primeiro vai ser: 'tenho dinheiro ou não tenho?'
Mauro Calil, consultor financeiro
O G1 criou 4 situações para servirem de exemplo da grande variação de custos de deslocamento para o trabalho em São Paulo e pediu para os três especialistas avaliarem as despesas de cada uma.

Para o levantamento de dados, foram considerados: 22 dias de trabalho; o preço médio de estacionamento para mensalistas em São Paulo, de R$ 324,56, segundo a consultoria Colliers Internacional; a tarifa de táxi de R$ 4,10 a bandeirada e R$ 2,50 por quilômetro na bandeira 1; preço da gasolina de R$ 2,86 por litro, segundo levantamento semanal da Agência Nacional de Petróleo (ANP); cotações de seguros para cada uma das situações feitas pela corretora Minuto Seguros, considerando um carro popular e o perfil do motorista um homem de 35 anos e casado.

Vale lembrar que a Prefeitura de São Paulo anunciou aumento de 9,8% na tarifa dos taxis a partir do dia 6 de janeiro de 2015. Segundo Secretaria Municipal de Transportes (SMT), a bandeirada do táxi comum passará de R$ 4,10 para R$ 4,50. O km rodado subirá de R$ 2,50 para R$ 2,75 na bandeira 1.

Os preços são estimativas e/ou médias de cada órgão, podendo variar em cada caso de acordo com fatores como o valor do carro. Vale lembrar que, no caso dos seguros, o bairro de residência e o deslocamento diário estão entre os fatores que influenciam no custo.

Diferenças nas contas
Na planilha usada por Mauro Calil para fazer as estimativas, utilizada pela consultoria Academia do Dinheiro, o levantamento levou em conta o valor do carro usado pela seguradora para fazer a cotação (cerca de R$ 26 mil, de acordo com a tabela Fipe). O educador financeiro considerou 8% de depreciação anual, gasto médio de R$ 2,4 mil anuais com impostos e manutenção, entre outros fatores.


Táxi em São Paulo (Foto: Mauricio Lima/AFP)Quanto maior a distância entre a casa e o trabalho,
menor a vantagem do táxi em São Paulo em
relação ao carro, dizem consultores
(Foto: Mauricio Lima/AFP)
Já Reinaldo Domingos adicionou à soma do seguro mais o estacionamento o uso de 22 dias de combustível, de acordo com o total de quilômetros rodados entre o trabalho e a residência em cada situação.

Miguel Daoud considerou para os cálculos de gastos com táxi o custo de R$ 33 por cada hora de carro parado com o taxímetro ligado, lembrando que o tempo de trânsito lento encarece a corrida. O economista considerou uma média de 15 minutos para o primeiro percurso, 40 minutos para o segundo, uma hora para o terceiro e uma hora e vinte minutos para o quarto.

Marcos Crivelaro considerou 10 minutos de tempo de deslocamento para a primeira situação, 15 para a segunda, 30 para a terceira e 60 para a quarta. No entanto, ele acrescentou de 5 a 10% nos preços dos táxis por causa do trânsito. O economista aponta também que considerou que o veículo já estaria pago, e não foram inclusos gastos variáveis de manutenção e de multas.

Veja abaixo o resultado:
Situação 1
Local de trabalho: Avenida Paulista, Centro
Residência: Vila Mariana, Zona Sul
Distância: 5 km
Preço do seguro do carro: R$ 1.763,74

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 952,43
- Custo mensal com táxi: R$ 730,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 540,61
- Custo mensal com táxi: R$ 640,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 200
- Custo mensal com táxi: R$ 913
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 576,66
- Custo mensal com táxi: R$ 730,40

Situação 2
Local de trabalho: Rua Quinze de Novembro, Centro
Residência: Freguesia do Ó, Zona Norte
Distância: 10 km
Preço do seguro do carro: R$ 2.200,32

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 1.338,61
- Custo mensal com táxi: R$ 1.280,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 646,30
- Custo mensal com táxi: R$ 1.190,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 479,60
- Custo mensal com táxi: R$ 2.068
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 718,16
- Custo mensal com táxi: R$ 1.280,40

Situação 3
Local de trabalho: Berrini, Zona Sul
Residência: Tatuapé, Zona Leste
Distância: 20 km
Preço do seguro do carro: R$ 2.901,98

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 1.371,20
- Custo mensal com táxi: R$ 2.380,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 880,55
- Custo mensal com táxi: R$ 2.290,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 800
- Custo mensal com táxi: R$ 3.520
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 986,85
- Custo mensal com táxi: R$ 2.380,40

Situação 4
Local de trabalho: Vila Olímpia, Zona Sul
Residência: Itaquera, Zona Leste
Distância: 46 km
Preço do seguro do carro: R$ 2.919,10

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 1.437,40
- Custo mensal com táxi: R$ 2.710,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 1.209,55
- Custo mensal com táxi: R$ 5.150,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 880
- Custo mensal com táxi: R$ 6.996
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 1.408,81
- Custo mensal com táxi: R$ 4.580,40

Metade do percurso de carro e a outra de transporte público
Algumas pessoas tentam conciliar os preços mais baixos de ônibus, trens e metrô, cuja passagem custa R$ 3, ao conforto do carro, dividindo o percurso. É possível, por exemplo, ir de carro ou táxi até uma estação ou terminal e completar o caminho para o trabalho de transporte público.

Reinaldo Domingos aponta que a alternativa pode ser vantajosa em questão de tempo e conforto, mas não faz tanta diferença no bolso. “O problema do carro é o valor alto do seguro, do estacionamento. Se for pensar em deixar o carro no meio do caminho, só ameniza uma pequena parte do custo, que é o combustível.”

Para Miguel Daoud, usar o táxi para se dirigir até uma estação de metrô ou terminal de ônibus compensa apenas se a distância for curta. “Se a pessoa anda 8 quilômetros de táxi até o metrô, vai para o trabalho e na volta vai do metrô até em casa de táxi por mais 8 quilômetros, compensa em relação a ter um carro”, diz. “É uma alternativa para quem está disposto a trocar carro por táxi. O carro dá mais conforto, tranquilidade, segurança. Mas, dependendo de onde a pessoa vai, o táxi sai mais barato. Se ele anda pouco, é questão de conta.”





veja também


fonte:
g1
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" fecha em alta , Dólar, após chegar a R$ 2,76 e renova máxima desde 2005"





Dólar fecha em alta após chegar a R$ 2,76 e renova máxima desde 2005

Queda da moeda da Rússia influenciou o mercado.
A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,7355, em alta de 1,87%.

Do G1, em São Paulo
Variação do dólar na semana
Valores de fechamento em R$
Created with @product.name@ @product.version@2,59812,61252,64762,65122,68532,7355cotação09/1210/1211/1212/1215/1216/122,5752,62,6252,652,6752,72,7252,75
Gráfico elaborado em 16/12/2014
O dólar fechou em alta pelo quinto dia seguido nesta terça-feira (16), reagindo à intensa aversão ao risco nos mercados globais, após a forte alta dos juros da Rússia na noite passada se mostrar insuficiente para evitar o tombo do rublo e em meio à contínua  queda dos preços do petróleo.
A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,7355, em alta de 1,87%. Veja cotação. Na máxima do dia, chegou a  R$ 2,7614.
O valor de fechamento desta terça é novamente o maior desde 2005 - máxima que a moeda vem atingindo nas últimas semanas. No dia 28 de março daquele ano, a divisa fechou a R$ 2,7385, de acordo com dados do Banco Central.
Nas últimas cinco sessões, o dólar acumulou valorização de 5,29%.
O dólar vem pressionado pelo ambiente de incertezas internas e externas, com investidores preocupados principalmente com o futuro do programa de intervenções no câmbio do Banco Central brasileiro, e atentos à queda nos preços do petróleo.


Oferta diária do BC será mantida
 
Nesta terça-feira, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, anunciou que os leilões diários de contratos de "swaps cambiais" terão prosseguimento em 2015 - instrumentos que funcionam como venda de dólares no mercado futuro (derivativos) - o que também impede uma pressão maior no mercado à vista da moeda norte-americana.

O anúncio, porém, não foi o suficiente para conter o mau humor no mercado. Operadores ainda aguardam uma definição final dos moldes do programa.
"Nos próximos dias, vamos definir os parâmentros do programa de swaps cambiais para o começo de 2015. Nos próximos dias, teremos novidades. Os parâmetros podem ser ajustados. No mínimo 50 [milhões de dólares] por dia e no máximo 200 [milhões de dólares] por dia. Hoje, são US$ 200 milhões por dia", informou Tombini após audiência pública no Congresso Nacional, em uma tentativa de acalmar o mercado.
Os contratos de "swaps cambiais" - instrumentos que funcionam como venda de dólares no mercado futuro (derivativos), o que também impede uma pressão maior no mercado à vista da moeda norte-americana - vêm sendo ofertados diariamente pelo BC desde agosto de 2013, momento no qual o dólar atingiu R$ 2,40.
Com o anúncio do Banco Central, o atual estoque de contratos de "swap cambial" em mercado, que equivale a cerca de US$ 100 bilhões, tende a continuar subindo, mas o aumento tende a ser menor. Isso porque a oferta atual de US$ 200 milhões (acima da rolagem) por dia tende a ser reduzida, uma vez que vai oscilar entre US$ 50 milhões e US$ 200 milhões diários.
Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais pelas rações diárias, com volume correspondente a US$ 196,6 milhões. Foram vendidos 2 mil contratos para 1º de setembro e 2 mil para 1º de dezembro de 2015.
O BC também vendeu a oferta integral de até 10 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro, equivalentes a US$ 9,827 bilhões. Ao todo, já rolou cerca de 6% do lote total. Após o fechamento da véspera, o BC anunciou ainda para esta sessão leilão de venda de até 1 bilhão de dólares com compromisso de recompra em 2 de junho de 2015.

Bovespa
As ações da Petrobras fecharam no azul nesta terça-feira (16), após 6 pregões consecutivos de queda, em dia marcado por fortes oscilações dos papéis da estatal na Bovespa e por um cenário de aversão a risco nos mercados globais.

O Ibovespa, principal índice da bolsa, fechou em queda de 0,02%, a 47.007 pontos, impactado pelo desempenho de ações de empresas de educação e de bancos em uma sessão de intensa volatilidade. Veja  cotação.

16/12/2014 17h01 - Atualizado em 16/12/2014 18h10


fonte:
g1.globo







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